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Ponha Ordem no seu Mundo Interior – Resumo – Parte 2

Continuando o resumo da minha leitura bienal desta obra…

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Publicado por em 9 de outubro de 2017 em Resumo

 

Citação – Pr. Márcio Valadão

Citação – Pr. Márcio Valadão

“As vezes o dia tá nublado, mas cadê o sol?

Tá no mesmo lugar de sempre! Assim como Deus durante nossas lutas.”

pr. Márcio Valadão

 
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Publicado por em 18 de setembro de 2017 em Citação

 

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Ponha Ordem no seu Mundo Interior – Resumo

Em Março de 2017 eu comecei a minha leitura bienal deste livro.

A releitura desta obra de Gordon MacDonald traz uma nova perspectiva com o tempo,  talvez pela vivência, ou seja, as experiências vividas no intervalo ou pela atenção dedicada à leitura,  de qualquer forma faço nestas linhas o registro do que tenho aprendido.

MacDonald inicia compartilhando uma situação da sua vida que dividiu sua história. Ao enxergar sua realidade decidiu organizar sua existência; buscou em Deus a mudança pela qual precisava passar e compartilhou conosco que “o processo de pôr ordem no meu interior não foi algo que ocorreu de fora para dentro, mas de dentro pra fora”.

Capítulo 1

O autor afirma que nosso mundo interior é de natureza espiritual,  citando Anne Morrow Lindbergh ele explica que devemos viver o mais tempo que puder em estado de Graça, essa harmonia interior que se manifesta no mundo exterior.

Capítulo 2

MacDonald conta a história do capitão de um submarino que em meio a turbulência somente verificou se na ponte de comando estava tudo bem, e se certificando disso, descansou.

Capítulo 3

Um dos pontos importantes desse capítulo é a diferença feita pelo autor entre os chamados e os impelidos; ele fala do stress como sinal de reconhecimento de pessoas impelidas, ele menciona um questionário elaborado pelo doutor Thomas Holmes para medir seu nível de stress e dedica as linhas desse capítulo para falar sobre essas pessoas. Vários pontos são destacados no decorrer do texto.

  1. As pessoas impelidas, na maior parte dos casos, só se satisfazem ao ver o trabalho realizado.
  2. A pessoa impelida está sempre preocupada com os símbolos associados com a idéia de realização  (títulos,  posição da sala, organogramas, etc)
  3. A pessoa impelida geralmente se acha dominada por uma descontrolada busca da superação.
  4. As pessoas impelidas parecem ter pouca consideração para com os princípios de honestidade.
  5. As pessoas impelidas muitas vezes possuem pouca ou nenhuma habilidade no trato com os outros.
  6. As pessoas impelidas tendem a ser fortemente competitivas.
  7. As pessoas impelidas geralmente se irritam com enorme facilidade
  8. As pessoas impelidas geralmente são indivíduos que estão sempre muito atarefados.

MacDonald faz um alerta da importância de ouvir seu cônjuge ou seus amigos íntimos,  quando eles detectam em nós um sinal desse estímulo descontrolado.

O autor traz um exemplo bíblico para demonstrar o comportamento de uma pessoa impelida. Ele diz :

Aquele cuja vida interior se achar convulsionadas por compulções não resolvidas não conseguirá ouvir a voz do Senhor chamá-lo

Capítulo 4

No quarto capítulo MacDonald fala da importância em buscar a motivação de uma pessoa impelida. E discorrendo pelo capítulo entendemos que é preciso reconhecermos E desejarmos pôr o mundo interior em ordem.

Capítulo 5

MacDonald fala sobre as pessoas que são chamadas nesse capítulo;  ele diz que os discípulos “eram pessoas comuns,  mas Cristo os chamou; e isso muda tudo”

O autor também fala que “as pessoas chamadas entendem o princípio da mordomia: a função de um mordomo é simplesmente cuidar de algo que pertence a outrem.”. Ele declara que uma pessoa chamada sabe quem é em seu interior e que devemos preparar sucessores para prosseguir com as obras que iniciamos. Ele continua exemplificando a tranquilidade de João Batista em se diminuir perante o Cristo.

João possuía essa tranquilidade porque baseava suas avaliações primeiramente em seu mundo interior,  onde os valores são formados de acordo com as disposições de Deus.

MacDonald fala sobre o ruído da cidade que nos envolve em nossa preocupação com nossa importância;  e que possivelmente o Senhor levou João ao deserto porque nas cidades as pessoas são orgulhosas demais para ouvir a Deus,  em meio às suas estruturas de aço e concreto.

No deserto as pessoas aprendem a depender só de Deus

Capítulo 6

No sexto capítulo o autor vem abordar a questão do tempo em nossas vidas;  e começa alertando que quando somos desorganizados não conseguimos controlar o tempo,  a.desorganização é um hábito terrível alimentado pela falta de força de vontade.

Segundo MacDonald,  para organizar o tempo é preciso planejar como ele será empregado. O primeiro passo é “fazer distinção do que é obrigatório e o que é do gosto pessoal” e aplicar minhas horas mais produtivas de acordo com minhas habilidades,  minhas limitações e minhas prioridades.

Capítulo 7

O autor continua no capítulo sete a falar sobre tempo. Ele menciona o resultado de um estudo que denominou de “as leis de MacDonald  sobre o tempo mal administrado”

  1. Sua primeira lei fala da ineficiência existente em aplicar nosso tempo naquilo que somos deficientes,  se você puder delegar, faça-o.seguir nums atividade que você domina vai redirecionar suas energias para atividades realizadas com eficiência.
  2. Na segunda lei MacDonald alerta sobre o controle do tempo por você ANTES que alguém o controle, pessoas dominadoras podem te encher de atividades se seu tempo estiver desorganizado.
  3. A terceira lei fala de análise de “emergências” daa vida. Se não controlamos nosso tempo vamos atender a todas urgências alheia sem analisar cada situação.
  4. Na quarta lei o autor aborda nosso ímpeto em usar nosso tempo em busca de reconhecimento.

Em seguida MacDonald fala sobre como recuperar o controle do tempo. Ele explica que precisamos aprender a identificar nosso ritmo de eficiência; todos temos um ritmo diário,  semanal e anual onde desempenhamos melhor. Conhecer e dar atenção a esses ritmos nos permite atuar melhor na execução de certas tarefas. MacDonald também explica que precisamos aprender a ter um bom critério para decidir como aplicar nosso tempo. Isso significa que eventualmente, entre boas opções teremos que escolher a melhor, rejeitando algumas que nos agradam. Decidir tendo em mente o que “é da nossa vontade, mas não é essencial.”

O autor também fala que “para administrar eu mesmo o emprego do meu tempo, tenho de planejar com antecedência.” Ele compartilha que segue sua agenda que é estruturada com dois meses de antecedência.

Capítulo 8

No capítulo oito MacDonald aborda o tema conhecimento e sabedoria; e a partir de uma historieta ensina que “se não tivermos uma forte resistência mental e o crescimento intelectual que ela produz, não poderemos pôr em ordem o nosso,mundo interior.”. Ele alerta que deixar a mente apática é muito fácil, principalmente se estamos cercados por pessoas dominantes; diz também que “uma pessoa que não exercita esforço mental também não possui senso de organização.”

Uma afirmação interessante de MacDonald é que temos a mente de Cristo,  conforme Paulo afirma na Palavra, nossa perspectiva para pensar é eterna, intemporal. Citando Stanley Jones o autor deixa claro que devemos ama a Deus de todo o teu entendimento.

O autor deixa uma pergunta reflexiva para nós: será que a pessoa que afirma estar vivendo por Cristo não deve ao seu criador o máximo em termos de intelecto?

MacDonald diz que “parece que alguns cristãos tem medo de pensar”

Para muitos é mais fácil seguir os pensamentos alheios do que defender suas idéias.

 
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Publicado por em 30 de maio de 2017 em Resumo

 

Citação – Pr. Cláudio Duarte

Cada um recebe o reflexo do monte onde está!

 
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Publicado por em 31 de março de 2017 em Citação

 

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O Nome de Jesus – Kenneth E. Hagin – Resumo Parte 4 – Final

Alguns projetos de Deus para nossas vidas parecem que não serão cumpridos porque deixamos o nosso querer guiar a vida. Mas quando nos rendemos ao Senhorio de Cristo, os projetos podem estar parados, mas o Espírito Santo move tudo para cumprir a vontade do Pai. Já fazem quase quatro anos que comecei este resumo e nesse tempo, eu senti de completar sua escrita algumas vezes, mas hoje amanheci inspirado, peguei o livro e no caminho do trabalho dei continuidade. Seguem os capítulos finais desta boa obra.

Capítulo 20

Hagin neste capítulo fala sobre o tempo de reinarmos em Cristo.
Estamos livres do domínio das trevas, não devemos permitir que satanás reine sobre nós, antes devemos reinar sobre ele. Read the rest of this entry »

 
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Publicado por em 15 de março de 2017 em Resumo

 

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Curso de Liderança Cristã – Parte 2

Na segunda aula começamos na leitura de I Timóteo 3:1-13, destacando qualidades pessoais, de relacionamento e qualidades produtivas.

Nas qualidades pessoais aprendemos sobre a maneira como administramos nosso testemunho cristão. O material traz algumas dicas para o crescimento nas áreas espiritual e pessoal:

  1. Sempre leia a bíblia
  2. Busque a intimidade com Deus, orando sem cessar
  3. Cultive o desejo de servir na casa do Senhor
  4. Esteja disposto a aprender
  5. Domine aquilo que você gosta de fazer
  6. Termine seus estudos.

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Publicado por em 9 de março de 2017 em Estudo

 

Citação – Pr. Cláudio Duarte

“Nossas perdas particulares não podem mudar nossa ótica a respeito de Deus”

 
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Publicado por em 9 de março de 2017 em Citação

 

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​Como o diabo derruba um homem ou uma mulher de Deus

Texto recebido no what’s da família, tive que separar um tempo pra compartilhar…
As 3 primeiras armas usadas pelo diabo são:

1) Dinheiro

2) Orgulho

3) Vida sentimental

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Publicado por em 23 de janeiro de 2017 em Carta Aberta, Declaração

 

Seminário de Intercessão

I – INTERCESSÃO

A palavra intercessão vem do latim, intercedere, “ficar entre”. Sua raiz é inter, “entre”, e cedere, “passar” “ir”.

A palavra hebraica paga, “interceder”, originalmente significa “ferir sobre” e, por extensão, “assediar com petições”. Quando esse tipo de oração era feita em favor de outra pessoa, então a palavra tomava o sentido de intercessão.

1) CONCEITO:

a) Interceder é apelar em favor de alguém;

b) Interceder é deixar o Espírito Santo orar por você, para atingir aquilo que está no coração de Deus;

c) É colocar-se no lugar de outro, pleitear  sua causa como se fosse sua;
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Publicado por em 14 de setembro de 2016 em Estudo

 

Consolidação – Lição 4

“Lidando com o pecado” foi o tema desta aula abençoada.

Começamos o estudo com um versículo que fala de passado. O que foi chamado de “Pedido genérico de perdão dos pecados”

“Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça.”
1 João 1:9

Mas como vemos no versículo a seguir, é preciso manter a boa consciência.

“Conservando a fé, e a boa consciência, a qual alguns, rejeitando, fizeram naufrágio na fé.”
1 Timóteo 1:19

Com o tempo o Espírito Santo incomoda a cerca dos pecados que devem sair da nossa vida. No passado a igreja frequentemente impunha um esteriótipo de crente, que devia ser seguido para sermos considerados cristãos; porém para agradar a Deus devemos andar conforme a sua vontade, não por obrigação, mas pelo prazer de estar em sua presença.

Existem 4 direções de tratamento do pecado.

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Publicado por em 26 de junho de 2016 em Consolidação, Estudo